15 de março de 2016 0

PPS Goiás

A história do PPS em Goiás

Em 1995, foi lançado o desafio de construir o PPS em Goiás, comandado pelo companheiro Niraldo Ecard (de Formosa), junto com outros militantes engajados na causa.

Com o intuito de contribuir com a consolidação do partido, já nas eleições de 1998, o PPS participou do pleito com alguns companheiros que colocaram seus nomes à para disputar uma vaga. Niraldo, então presidente da sigla em Goiás, lançou-se candidato a deputado federal por Goiás. Iniciou-se, então, um ousado projeto para o fortalecimento do PPS em Goiás.

Nas eleições de 2000, o partido já estava instalado em mais de 80 municípios, com grandes lideranças se somando ao PPS. Ingressou em suas fileiras, o então deputado estadual Nelson Antônio (de Jataí), que se tornou presidente da sigla. Ainda nestas eleições de 2000, o PPS obteve um grande sucesso eleitoral nas urnas, quando elegeu nove prefeitos e 16 vice-prefeitos de importantes cidades, dentre elas: Anápolis, Jaraguá, Nova Crixás e a vice-prefeitura de Goiânia, ocupada à época por Linda Monteiro, além do primeiro vereador eleito pelo partido na Capital, Leandro Sena.

Em 2002, Linda Monteiro, então vice-prefeita de Goiânia eleita pelo PPS, assumiu o comando do partido e ampliou a atuação para quase 150 municípios. Neste ano, o partido elegeu Leandro Sena como o primeiro deputado estadual pelo partido no estado.

Já em 2004, o PPS resolve estrategicamente romper com o PT goianiense e passa a integrar a base aliada do governador Marconi Perillo (PSDB), com o propósito de se consolidar para as eleições daquele ano, quando elegeu 119 vereadores, sendo dois em Goiânia.

Em 2005, o PPS filia em seus quadros, o ex-secretário de Estado e superintendente do Sebrae à época, o historiador Gilvane Felipe.

Em 2006, o partido não elege deputados e fica sem representatividade na Assembleia Legislativa.

Em 2008, Linda Monteiro deixa o partido e Gilvane Felipe assume o comando estadual do PPS em Goiás, lançando-se candidato a prefeito de Goiânia, em aliança com o PV, obtendo 5% dos votos válidos. O partido elege 88 vereadores no Estado e nenhum na Capital.

Em 2011, Demilson Lima, vice-prefeito de Rio Verde, é eleito presidente do PPS estadual em Goiás. Em 2012, a legenda elege 63 vereadores no Estado e nenhum na Capital, dois prefeitos e cinco vice-prefeitos.

Em 2013, o partido conquista a importante filiação do economista Marcos Abrão, então presidente da Agência Goiana de Habitação (Agehab), com a expectativa de, pela primeira vez, eleger um deputado federal do partido por Goiás. Em novembro de 2013, Marcos Abrão é eleito em congresso estadual o novo presidente do partido em Goiás.

Nas eleições de 2014, o PPS elege seu primeiro deputado federal da história do partido em Goiás. O presidente da sigla, Marcos Abrão, vence as eleições com mais de 92 mil votos, obtendo votação em 244 dos 246 municípios goianos.

Atualmente, o partido se prepara para fazer história, e eleger o maior número de prefeitos e vereadores nas eleições de 2016, fortalecendo e preparando ainda mais a sigla para as eleições de 2018.

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